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AS PRÁTICAS

É bom lembrar que algumas igrejas cristãs utilizam as chaves que pertencem às tradições antigas pré-cristãs. Mesmo as pequenas igrejas mais preocupadas com o esoterismo não conhecem as chaves secretas de ativação interna das potências transmitidas por Ieschouah.
 
Por outro lado, a maioria dos grupos martinistas têm usado mal o nome de Ieschouah o considerando como um símbolo. A transmissão da kabbala oculta e mágica é outra coisa. Somente ela permite receber a consagração interior dando os poderes necessários à celebração dos ritos místicos e religiosos de Ieschouah. A verdadeira kabbala cristã está oculta aí. Ela somente é desvelada e transmitida a raros indivíduos que souberam reconhecer os sinais e avançar em direção à sua salvação.  

Através de suas cinco etapas, a archiconfrérie de Ieschouah utiliza práticas espirituais que associam a devoção, a visualização, dietas específicas, períodos de solidão assim como processos ocultos até então ignorados pelos grupos contemporâneos. É no silêncio dos monastérios que se pode encontrar de maneira dispersiva essas técnicas interiores. Elas foram progressivamente reorganizadas em sua forma original para permitir uma real transformação interior praticada pelos irmãos de forma individual no oratório pessoal secreto.