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de la ROSE-CROIX 
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Meditação
Enviado por OKRC el 8/9/2009 8:20:00 (0 Lecturas)

Sans titre

A solidão e a quietude da madrugada alegram meu espírito.
Hoje, logo que saí a caminhar via ao leste do céu, ainda escuro, Vênus brilhante. Logo à sua direita, abaixo, um outro planeta ou estrela, que não sei identificar.
Via o céu e suas luminárias. E fiquei a rememorar nossas reflexões sobre Vênus e a paixão humana, esta doença da qual temos enorme dificuldade de nos libertar. Pois ela nos toma... Se a doença toma o corpo e o perturba, a paixão toma a alma e a cega; não a cegueira que assusta, mas aquela que encanta e que aprisiona. O apaixonado fica aprisionado pelo objeto amado; ele não se da conta de seu cativeiro. Daí que o Iniciado Rosa-Cruz deve ver Vênus em seu leito. Ou seja, a bela Vênus deve ser vencida.
Não é tarefa fácil, porque quem é que quer se libertar daquilo que ama?
Em verdade, só buscamos nos libertar daquilo que nos perturba. Eis a grande cilada de Afrodite.
Então, via Vênus lá no alto do céu, iluminando o nosso lar, nossa Terra.
Via outras estrelas, cada uma em seu imperturbável percurso celeste, tão lento para meus olhos, tão calmo para meus sentidos, que mal parecem se mover. E não me dou conta, que também movo-me como elas.

Pensava nos Guardiões que abrem as casas do Céu. Nos Anjos que vem dessas casas.... desses lares distantes ... e tão próximos....
Que perturbadora é a visão de beleza... como mostrado pelo texto das núpcias alquímicas... devemos ver Vênus, até apreciar sua beleza e nudez, mas não nos deixarmos apanhar por ela... uma deusa que jaz ...

E o Cavaleiro pode se libertar? Pode apagar o sofrimento de sua estrada?
A libertação exige coragem, esta virtude que o Cavaleiro deve trazer em sua Alma.
Quem já viu um Cavaleiro medroso? Quem já viu um Cavaleiro que se deixa prender nas redes da maldade?
Pois eu já vi... Eu mesmo!
Aquele que não pode ver seu cativeiro, não pode se libertar. Pois só aquele que se sabe escravo pode buscar a liberdade.
Eis aí, um dos grandes problemas de Vênus.... o cativo não se percebe cativo, mas entende-se apenas desejoso,... Veja o avarento... não aquele das estórias.... mas estes.... estes que cegam-se pelo prazer do ganho desenfreado. Como dizer-lhes que são prisioneiros? Eles não se percebem como tais. Julgam-se competidores ...

Então, quem pode nos ajudar? Quem pode nos socorrer de nossa cegueira própria?
Como disse ele: "O pior cego é aquele que não quer ver". Assim, devemos ver Vênus sim... em toda sua bela nudez.... sem nos deixar tomar....

Enfim. Quem pode nos salvar de nossas próprias escolhas tão cheias de equívocos?

Assim... a pior das prisões, a pior das celas, não é aquela que vemos.... mas aquela que estamos... aquela que não vemos, mas na qual nos encontramos.
O nome da cela? Ignorância! Pois nós não sabemos que estamos prisioneiros, e pior, ficamos encantados pela prisão.
Enfim, ignoramos verdadeiramente aquilo que nos aprisiona.
Assim.... esperemos que uma Alma piedosa, de Espírito liberto, se compadeça de nossa bela miséria e nos salve de nossa ignorância.

Lucius

  0   Article ID : 5
Hymne sacré Naasène
Enviado por chiron el 8/9/2009 5:00:00 (0 Lecturas)

La Loi de la création de l'Univers fut l'Esprit Primordial,
Ensuite, vint le Premier-Né, le Chaos;
En troisième lieu, l'Âme reçut la Loi de l'Esprit :
Entourée d'une forme aqueuse.
La Mort la prend.

Ses yeux regardent la Lumière
A présent elle éructe sa Peine, elle éructe sa Joie,
A présent elle entend Son Tonnerre,
A présent elle entend Son Tonnerre, et elle meurt,
A présent elle nous quitte sans pouvoir jamais revenir.

Mais Na'hash-Christos dit : Père, regardez,
Une Âme se meut à la surface de la Terre,
Cherchant à monter le long de Votre Poitrine,
Mais le Chaos cherche à l'arrêter,
Et Elle ne sait comment passer.

Père, envoyez-moi;
Portant les Sceaux, je descendrai;
À travers les Âges je me mouvrai,
Je révélerai tous les mystères,
Et je montrerai toutes les formes de Dieu,
Et expliquerai les secrets du chemin saint,
Dont le Nom est Gnosis.

  0   Article ID : 3
ELIPHAS LÉVI - FABLE PREMIÈRE - LE POETE ET LA CIGALE
Enviado por OKRC el 3/9/2009 10:30:00 (3 Lecturas)


Sur la verdure posée, Et s'enivrant au
soleil D'une goutte de rosée, La cigale, à son réveil, Bénit la nature et
chante Au loin, sa voix innocente Annonce le bel été. Sous un grand chêne abrité Anacréon
l'écoute, il accorde sa lyre, C'est la cigale qui l'inspire ;
II chante la cigale, il chante les beaux
jours, Et l'innocence et les amours;
Il chante les cœurs purs qui, comme la
cigale, Mènent devant les dieux une existence égale, Et confiant leur vie aux
faveurs du soleil, S'endorment sur, la foi de l'horizon vermeil! Une piqûre
importune Vient l'interrompre; il croit voir S'agiter
comme un point noir: La fourmi difforme et brune, L'avare et sotte fourmi qui ne chante pour personne, Prête peu,
jamais ne donne, Et ne connaît pas d'ami.
Il veut écraser la bête ; Mais la cigale,
en chantant, Attendrit son cœur content Peut-on, lorsqu'on est poète Avoir un
cœur sans bonté Et sans générosité ?
La cigale, qui devine, Dit au vieil
Anacréon :
- En épargnant ma voisine, Tu m'as payé ma
chanson la fourmi noire et chagrine Eut grand tort
de le blesser; Mais pour sauver la mauvaise, J'ai chanté, j'en suis bien aise,
Maintenant je vais danser.

  0   Article ID : 2



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